Um grupo bipartidário de legisladores dos Estados Unidos enviou uma carta ao CEO da Disney, Bob Chapek, cobrando respostas a respeito de polêmica envolvendo o remake live-action de “Mulan”, que estreou na plataforma de streaming Disney+.

A carta exigiu esclarecimentos do envolvimento do governo chinês na produção do longa e o quando a gigante de entretenimento esteve ciente das supostas violações de direitos humanos em regiões onde ele foi filmado.

Depois do lançamento de “Mulan”, alguns espectadores apontaram agradecimento nos créditos a várias organizações governamentais em Xinjiang, no nordeste da China.

Desde 2018, informações dão conta de que o governo chinês deteve muçulmanos em espécie de campos de concentração e os sujeitaram a tortura e outros abusos.